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O mês de Maio é marcado pela vacinação contra a febre aftosa em todo Estado. Em Nova Friburgo a equipe de Defesa Agropecuária está visitando várias propriedades para vacinar o gado

Maio é mês de vacinar contra a febre aftosa. O Estado do Rio está há 15 anos sem o registro de casos da doença em seu rebanho bovino.

E para que esse número seja mantido, uma campanha de vacinação está sendo desenvolvida. Todos os produtores rurais têm o compromisso de vacinar bois e búfalos. De acordo com uma Lei Estadual e Federal, a vacinação é obrigatória e caso o produtor não tenha a nota fiscal do medicamento e a declaração da vacinação, pode ser multado e até mesmo ter a propriedade fechada.

Nova Friburgo é considerada área livre de aftosa. O Rio de Janeiro tem alcançado índices vacinais superiores a 90% nas campanhas realizadas nos meses de maio e novembro. Fomos até o Sítio Recanto das Pedras, em Cardinot que fica a 25 km do centro da cidade. Lá acompanhamos a vacinação de 10 animais.

Todo o processo é de responsabilidade do produtor. Ele compra, aplica e apresenta a declaração que comprove que o rebanho está livre da aftosa. Um frasco do medicamento custa em média 18 reais e dá para 10 doses. A importância da divulgação da doença é de extrema importância para que o estado permaneça fora desta estatística.

O controle da doença, juntamente com os programas do Governo Estadual tem contribuído para a conscientização dos produtores rurais e a prevenção contra a doença.

A vacina pode ser adquirida nas lojas agropecuárias autorizadas durante o prazo de duração da campanha.

Mais uma comunidade de Nova Friburgo sofre com o abandono. No loteamento Solares os moradores reclamam da falta de manutenção

O tempo passa, mas a situação não melhora para os moradores do loteamento Solares. Logo no centro do loteamento já podemos registrar um problema. As obras de construção da quadra de esportes estão paralisadas desde dezembro segundo os moradores. O local que deveria funcionar como uma área de lazer para crianças e adolescentes já tem mato em meio as pedras.

Um pouco mais acima, na Rua Renato Arnaldo Silveira Lopes, a falta de educação de alguns moradores causa transtornos aos outros. Muito entulho como móveis e até eletrodomésticos estão sendo jogados na encosta.

Na Rua Aristides José Pereira a falta de calçamento prejudica quem mora as margens da via. A obra de calçamento da Prefeitura está inacabada.

Para completar a lista de problemas, um fato curioso chamou a atenção dos moradores do Solares. A Concessionária de Energia mandou duas contas de cobrança no mês de abril.

A Energisa informou que está implantando um novo sistema de fatura de energia elétrica sem prejuízos para os moradores. As duas faturas recebidas em abril podem ser parceladas sem qualquer acréscimo. Os moradores devem entrar em contato pelo telefone 08000 – 320196 ou procurar a agencia da Concessionária.

Ontem foi festejado o Dia Internacional Contra a Homofobia. E a Praça Dermeval Barboza Moreira foi palco de uma ação educativa.

O dia foi comemorado em todo o mundo e funcionários do Centro de Referência LGBT Hanna Suzart distribuíram preservativos e cartilhas educativas de combate a homofobia na Praça Dermeval Barboza Moreira. Em parceria com o Projeto Rio Sem Homofobia do Governo Estadual, os encartes trazem imagens de relacionamentos homoafetivos. No Brasil, foram documentados 260 assassinatos de gays, travestis e lésbicas em 2010. Isso significa que, a cada 36 horas, um homossexual é morto no país. Nova Friburgo tem a lei número 3892, sancionada no ano passado, que criminaliza qualquer forma de discriminação pela orientação sexual. Durante o evento estava sendo realizada uma pesquisa que tem como objetivo mostrar se o friburguense sabe que homofobia é crime e dá cadeia.

Os friburguenses foram às ruas comemorar os 194 anos de fundação do município.

O tradicional desfile cívico-militar foi marcado por algumas surpresas este ano. Depois do hasteamento das bandeiras, o prefeito fez a revista às tropas militares seguindo o protocolo do evento. A Banda Campesina Friburguense foi a primeira a entrar na Avenida Alberto Braune que recebeu pétalas de rosas jogadas de um helicóptero. Em seguida, homens e mulheres do Sanatório Naval, do Tiro de Guerra, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. A Guarda Municipal e a Defesa Civil também desfilaram. Muita gente acordou cedo para prestigiar o ato cívico.

Instituições da cidade como a Banda Euterpe Friburguense e as fanfarras de alguns colégios da rede pública e privada participaram do desfile e eram aguardadas por quem assistia.

O prefeito ressaltou a importância do evento e lembrou que as comemorações pelo aniversário de 194 anos de Nova Friburgo estão só começando.

Mesmo quem não tem o hábito de assistir ao desfile, dessa vez ficou até o final para prestigiar quem passava pela principal rua do centro da cidade.

As comemorações pelo aniversário da cidade foram marcadas por manifestações.

Vários friburguenses pediram a diminuição das cadeiras na Câmara de Vereadores para as próximas eleições.

Enquanto um friburguense protestou calado sobre as condições da rede de saúde da cidade, mais de mil pessoas se concentraram na frente da Prefeitura para pedir menos vereadores e mais soluções. Na próxima eleição, a Câmara será composta por 21 e não 12 como é hoje.

O movimento organizado pelas lojas maçônicas de Nova Friburgo saiu de camisa preta e passou pela Avenida Alberto Braune após o desfile cívico-militar. Nas blusas o nome do movimento que foi aplaudido pela população. Mesmo não sendo friburguense, um morador da cidade participou do projeto.

O Hino Nacional foi cantado por todos em frente ao palanque e frases que demonstravam a revolta dos manifestantes eram ditas durante a passagem do grupo.

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